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Galeria Virtual Artistas Contemporâneos

Dando sequência aos avisos, não menos importante é meu atrasado anúncio do lançamento da GALERIA VIRTUAL ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS. Voltaremos brevemente a falar muito mais sobre ela. Acesse www.artistascontemporaneos.com.br .

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Lançamento da coleção do Roquito!

Termino minhas férias de blog para noticiar alguns eventos importantes. O lançamento do Roquito, de meu amigo João Cilli, é o primeiro anúncio, até porque já é amanhã mesmo (sábado, dia oito) em Ribeirão Preto. Toda a renda obtida com o livro, vale lembrar, será revertida à APAE de Jardinópolis. A causa é boa. E os livros também!

Roquito

Meu bom amigo e escritor João Cilli que, dizem as más línguas, é também um excelente juiz trabalhista nas horas vagas, vai ter três livros infantis publicados pela Editora Coruja, brevemente. O personagem principal,  Roquito, é baseado nas experiências do próprio João, seu filho e um finado tio do autor, conforme informações privilegiadas. Tive acesso aos textos e às ilustrações em primeira mão, ainda na fase de preparação, e são muito bons. E a renda obtida pelo autor será doada à APAE de Jardinópolis.

Música para os olhos

A comédia dramática ou drama cômico (modo mais preciso para descrever este filme), “O Concerto”, de 2009, do romeno Radu Mihaileanu, acabou de sair em DVD. Divertidíssimo e extremamente sensível! Temos a tentativa de conclusão de um concerto de Tchaicovsky, na França, interrompido trinta anos antes na Rússia, que deixou congelada a vida de diversas pessoas (inclusive a do maestro/protagonista) e inexplicado um evento central do enredo. Uma simpática homenagem à música, como força capaz de revelar a alma das pessoas e as verdades ocultas.

Pura poesia

Lee Chang-dong, romancista, cineasta e ex-ministro da cultura da Coréia do Sul, escreveu e dirigiu o magnífico “Poesia”. O roteiro foi feito especialmente para Yoon Hee-jeong, uma das maiores atrizes do cinema coreano, há mais de uma sécada afastada dos sets. O filme de 2010 acabou de chegar às locadoras e é simplesmente incrível. Na elaboradíssima estória, que acontece em um rítmo adequado e sem pressa (como os coreanos sabem fazer muito bem), nada é o que parece à primeira vista, como já prenuncia o título, que aparece junto à cena do corpo de uma menina boiando no rio Han, logo no comecinho. Não se trata porém de um filme de reviravoltas, mas sim de revelações sutis. A aparentemente ingênua avó interpretada de modo impressionante por Yoon, que complementa sua pequena pensão com um trabalho de faxineira, resolve a seu próprio modo um grande problema envolvendo o neto, enquanto luta para escrever um poema e enfrenta o início do Mal de Alzheimer. É o tipo de filme que amadurece na cabeça por muito tempo após a primeira assistida e que se torna cada vez mais interessante. Sem dúvida um dos melhores que vi nos últimos tempos.

Entendeu?

 

Já citei algumas vezes no bog,  o “Ano Passado em Mariembad”,  um dos grandes filmes de Alain Resnais. Há muito o que se falar sobre a película e interpretações abundam. Mas a sinopse da distribuidora Continental é insuperável! Quando li na capa do filme achei que era gozação e ao ver o site da empresa, que tem sabidamente filmes maravilhosos, achei a repetição de um dos textos mais esdrúxulos jamais cometidos a respeito de um filme. Ele está na íntegra, com os erros de escrita e tudo o mais: 

Sinopse: Ambientado hotel europeu, este filme tem três personagens principais: o narrador, que faz o voicerover do filme; a mulher, por quem o narrador é obcecado; e o outro homem, com quem a mulher veio para o hotel. O narrador fala repetidamente para a mulher, que passaram o ano anterior juntos e implora para que ela parta com ele. A mulher continua mantendo que não sabe o que ele esta dizendo, mas seu comportamento demonstra o contrario. Enquanto isso, a presença do outro homem no hotel, complica a vida da mulher e do narrador. Este filme, não delineia os personagens nem tem argumento como tradicionalmente conhecemos, mas é considerado um filme intelectualmente e emocionalmente engajado. Em primeiro plano, assistir a esta obra, nos faz contemplar e a perguntar: será que entendi algo? Num segundo plano, o filme nos da consciência: das nossas próprias confusões emocionais, nossos anseios conflitantes e das nossas recordações nebulosas. É um filme interativo, cada um que assistir terá seu próprio conceito.

Para inglês ver

Com todo o respeito ao povo brasileiro, do qual orgulhosamente faço parte, não é novidade que aqui (e em outros lugares também) há regras que pegam e outras não, para utilizar um lugar mais do que comum e também verdadeiro. Talvez não dê para ler direito, mas a placa na estação de metrô Ana Rosa, pede que os usuários aguardem o desembarque dos passageiros EM FILA, para depois embarcarem. E nem sequer há cercadinhos como em algumas estações. Uma placa assim é quase que nem faixa de pedestre sem sinal para os carros, praticamente inútil. OK, a piada não parece boa, mas aí vai a cereja, como em diversas outras placas, abaixo do texto em língua pátria, há o mesmo escrito em inglês. Só pode ser sacanagem com gringo! Imagino um distinto súdito britânico tentando obedecer à regra em pleno horário de rush de passageiros. Vai demorar um bom tempo para ele conseguir embarcar, é fato. Honesto seria algo como, DEAR USER, PLEASE TRY TO COPY THE OTHERS, OR ELSE YOU ARE F****D! A placa da foto é para inglês ver, ver e se dar mal.